Reecontro anos depois
Quero contar aqui a história de minha vida, sempre sonhei em escrever um livro, sabe aquele pensamento que todos tem? " Acho que minha história de vida daria um livro" então, estou com essa sensação, encontrando esse site , vi uma oportunidade, acabei de ler a história da Comborça e achei muito interessante...
Bom... pra começar, tenho 30 anos, estou no segundo ano do curso de direito, ganhei a bolsa do PROUNI, me casei duas vezes no papel, do primeiro casamento, tive duas filhas, e do segundo mais uma.
Fui criada pela minha vó paterna, eu e meus dois irmãos, minha mãe faleceu, quando éramos crianças, nunca tive uma vida luxuosa, mas nunca passamos necessidades, a irmã caçula de meu pai, ajudava minha avó, a quem chamo de mãe a nos criar, mas logo se casou e se mudou para São Paulo, nós moramos em uma cidade do interior, minha tia, vinte anos mais velha que eu, sempre conversou e me orientou muito bem para a vida, mas eu nunca fui muito de seguir seus conselhos, ela sempre com seus objetivos, muito bem fundados, pois é uma pessoa extremamente determinada, tentava me dizer como proceder para que tivesse sucesso no meu futuro, sempre fiz o contrário, do que ela me aconselhava, e por isso, só fiz andar para trás até agora, principalmente nos relacionamentos.
Na época de escola, no começo não tinha muitas amigas, muito menos amizade com rapazes, me sentia a pior das pessoas, sempre cafona, não tinha condições de ter roupas e sapatos melhores, e me sentia inferior, era muito chorona, meu pai não me deixava sair com as amigas, para bailes, viagens ou coisa parecida, dei meu primeiro beijo, com 14 anos, fiquei logo apaixonada, mas o menino não correspondeu, mas eu arranjava outro paquera rapidinho, assim fiquei com vários garotos que me deram foras instantãneos, até que um dia, um rapaz que havia me dado um fora sem nem ter ficado comigo, resolveu me namorar, pediu minha mão para o meu pai e tudo, mas durou dois meses e meio, terminei com ele porque achei que ele tivesse a risada muito boba, hoje quando me lembro disso, vejo como fui infantil, terminei com ele em novembro de 1994 e em fevereiro de 1995 conheci meu primeiro marido, foi no meu último ano do colegial, uma paixão fulminante, que achei que era amor, meu pai era totalmente contra, porque ele não trabalhava, e ainda tinha comentários de que ele era usuário de drogas, mas eu estava cega de paixão, nessa época comecei no meu primeiro emprego registrada, trabalhava como caixa em açougue, minha avó que cuidava de mim, ficava mais na casa da minha tia do que em casa, semre trabalhei desde os 12 anos, então eu e meus irmãos crescemos já meio independentes, e nessa fase, praticamente nãotinha contato com minha família, era só namorar, trabahar e estudar, nem me lembro como meus irmãos aprenderam a dirigir, perdi muitas coisas que aconteceram nesta época, não fiz parte das festas de família, sinto falta de ter vivido isso, então, logo engravidei, quando meu pai soube, ficou transtornado e imediatamente marcou o casamento, por mim, nem precisava de nada disso, estava mais preocupada com a cerimônia de formatura do colegial, do que com a mudança que teria na minha vida, com apenas 16 anos de vida.
Terminei o colegial grávida de três meses e em 06 de janeiro de 1996 era uma mulher casada, sem ter onde cair morta..
mas estava feliz, no início morei com minha sogra, aff! E depois alugamos uma casa, e então em maio de 96 nasceu minha primeira e linda filha.
Estava muito feliz, até descobrir que meu marido era realmente usuário de drogas, foi num dia cmo outro qualquer em que eu passava as roupas da bebê e olhava para a rua, e nesse instante vejo meu marido em atitudes suspeitas, passando na rua em direçã a um rio perto da casa onde morávamos, eu o segui e encontrei ele e o irmão dele fumando maconha. SURPRESA, DECEPÇÃO, FRUSTRAÇÃO. Eu, inocente, apaixonada, nunca tinha sequer visto droga nenhuma na vida até aquele momento, meu mundinho de contos de fadas, desabou, e vi que tinha feito a pior burrada da minha vida, não sabia como lidar com aquela situação, não tinha para quem contar, e acho que foi ai que comecei a amadurecer, no início fiquei mal, triste , chorava, ele também, depois comecei a me informar sobre a situação, lendo livros, revistas , e todos os temas sobre o assunto, e cai na real que a maconha não é a pior das drogas, mas é um caminho para as piores.. Fiquei mais tranquila.
Ele tinha arrumado um emprego num mercado da cidade, e não deixava faltar nada para mim, nem para nossa filha. Mas logo tudo mudou, ele perdeu o emprego , e tive que começar a procurar um emprego pra mim também..
Bom... pra começar, tenho 30 anos, estou no segundo ano do curso de direito, ganhei a bolsa do PROUNI, me casei duas vezes no papel, do primeiro casamento, tive duas filhas, e do segundo mais uma.
Fui criada pela minha vó paterna, eu e meus dois irmãos, minha mãe faleceu, quando éramos crianças, nunca tive uma vida luxuosa, mas nunca passamos necessidades, a irmã caçula de meu pai, ajudava minha avó, a quem chamo de mãe a nos criar, mas logo se casou e se mudou para São Paulo, nós moramos em uma cidade do interior, minha tia, vinte anos mais velha que eu, sempre conversou e me orientou muito bem para a vida, mas eu nunca fui muito de seguir seus conselhos, ela sempre com seus objetivos, muito bem fundados, pois é uma pessoa extremamente determinada, tentava me dizer como proceder para que tivesse sucesso no meu futuro, sempre fiz o contrário, do que ela me aconselhava, e por isso, só fiz andar para trás até agora, principalmente nos relacionamentos.
Na época de escola, no começo não tinha muitas amigas, muito menos amizade com rapazes, me sentia a pior das pessoas, sempre cafona, não tinha condições de ter roupas e sapatos melhores, e me sentia inferior, era muito chorona, meu pai não me deixava sair com as amigas, para bailes, viagens ou coisa parecida, dei meu primeiro beijo, com 14 anos, fiquei logo apaixonada, mas o menino não correspondeu, mas eu arranjava outro paquera rapidinho, assim fiquei com vários garotos que me deram foras instantãneos, até que um dia, um rapaz que havia me dado um fora sem nem ter ficado comigo, resolveu me namorar, pediu minha mão para o meu pai e tudo, mas durou dois meses e meio, terminei com ele porque achei que ele tivesse a risada muito boba, hoje quando me lembro disso, vejo como fui infantil, terminei com ele em novembro de 1994 e em fevereiro de 1995 conheci meu primeiro marido, foi no meu último ano do colegial, uma paixão fulminante, que achei que era amor, meu pai era totalmente contra, porque ele não trabalhava, e ainda tinha comentários de que ele era usuário de drogas, mas eu estava cega de paixão, nessa época comecei no meu primeiro emprego registrada, trabalhava como caixa em açougue, minha avó que cuidava de mim, ficava mais na casa da minha tia do que em casa, semre trabalhei desde os 12 anos, então eu e meus irmãos crescemos já meio independentes, e nessa fase, praticamente nãotinha contato com minha família, era só namorar, trabahar e estudar, nem me lembro como meus irmãos aprenderam a dirigir, perdi muitas coisas que aconteceram nesta época, não fiz parte das festas de família, sinto falta de ter vivido isso, então, logo engravidei, quando meu pai soube, ficou transtornado e imediatamente marcou o casamento, por mim, nem precisava de nada disso, estava mais preocupada com a cerimônia de formatura do colegial, do que com a mudança que teria na minha vida, com apenas 16 anos de vida.
Terminei o colegial grávida de três meses e em 06 de janeiro de 1996 era uma mulher casada, sem ter onde cair morta..
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