No escurinho do cinema
Moça pacata, vinda do interior para trabalhar na cidade. Namorado nada, um beijo nunca tinha recebido, nem sabia o gosto. Sonhava todos os dias com um toque mais ousadoos em seu corpo, acordava com as mãos entre as pernas toda umedecida. Coitada não entendia o que estava acontecendo, porém a sensação que sentia era maravilhosa.
Era um lindo dia de domingo, seria a sua folga e devorada pela solidão pensou: mas o que fazer? Ir para onde? Com quem? Sentiu um vazio e uma tristeza profunda, chegando a sentir saudade da sua casa enfiada no mato. Uma estranha angústia toma conta do seu corpo, então resolveu ir ao cinema, já que não conhecia.
O filme já tinha começado, absorta ficou com o olhar parado, perdido fitando a tela, com o pensamento distante, que nem percebeu que alguém sentou ao seu lado.
Ao perceber estremeceu, um homem sentado ao seu lado!, estava tão perto que sentiu o seu cheiro, algo estranho estava acontecendo! pensou. Começou a sentir mais perto aquele cheiro sentindo, que cada vez aquele ador lhe provocava arrepios de desejos. Um friozinho na barriga.lhe põe diante de fantasias maravilhosas. O que seria? Estaria desejando um homem que nem conhecia?
Como se estivesse lido os seus pensamentos, o desconhecido a toca. Pensou que iria desmaiar, ao sentir suas mãos deslizando pelos seus ombros e descendo até parar em seu seios, onde os mamilos eretos já estavam a espera das carícias. Não pensou mais em nada a não ser naquelas mãos que a tocava com fugaz avidez, levando-a à loucura e a um delírio inefável. Ele começou apertá-los suavemente acompanhado por um sussuro de prazer. Um desejo toma conta dos dois, entram em êxtase e de repente sentiu a sua boca a sugar com sofreguidão os seus mamilos, como se quissesse arrancá-los, a sua língua roçava a sua pele levando-a a loucura, chupando-a, mordendo-a suavemente. Doeu, mais era uma dor de prazer, trazendo consigo sensações excitantes, pois o seu hálito quente, a deixava extasiada. Queria gritar, pois seu corpo estremecia e algo latejava entre suas pernas. E num impulso louco abriu o zíper dele, sentido em suas mãos o pênis quente, ereto, duro a sua espera, e ao mesmo tempo o dedo dele já a tinha penetrado, enlouquecendo-a e em uma troca harmoniosa, gozaram, era o seu primeiro gozo, esquecendo-se que estava no escurinho do cinema.
Era um lindo dia de domingo, seria a sua folga e devorada pela solidão pensou: mas o que fazer? Ir para onde? Com quem? Sentiu um vazio e uma tristeza profunda, chegando a sentir saudade da sua casa enfiada no mato. Uma estranha angústia toma conta do seu corpo, então resolveu ir ao cinema, já que não conhecia.
O filme já tinha começado, absorta ficou com o olhar parado, perdido fitando a tela, com o pensamento distante, que nem percebeu que alguém sentou ao seu lado.
Ao perceber estremeceu, um homem sentado ao seu lado!, estava tão perto que sentiu o seu cheiro, algo estranho estava acontecendo! pensou. Começou a sentir mais perto aquele cheiro sentindo, que cada vez aquele ador lhe provocava arrepios de desejos. Um friozinho na barriga.lhe põe diante de fantasias maravilhosas. O que seria? Estaria desejando um homem que nem conhecia?
Como se estivesse lido os seus pensamentos, o desconhecido a toca. Pensou que iria desmaiar, ao sentir suas mãos deslizando pelos seus ombros e descendo até parar em seu seios, onde os mamilos eretos já estavam a espera das carícias. Não pensou mais em nada a não ser naquelas mãos que a tocava com fugaz avidez, levando-a à loucura e a um delírio inefável. Ele começou apertá-los suavemente acompanhado por um sussuro de prazer. Um desejo toma conta dos dois, entram em êxtase e de repente sentiu a sua boca a sugar com sofreguidão os seus mamilos, como se quissesse arrancá-los, a sua língua roçava a sua pele levando-a a loucura, chupando-a, mordendo-a suavemente. Doeu, mais era uma dor de prazer, trazendo consigo sensações excitantes, pois o seu hálito quente, a deixava extasiada. Queria gritar, pois seu corpo estremecia e algo latejava entre suas pernas. E num impulso louco abriu o zíper dele, sentido em suas mãos o pênis quente, ereto, duro a sua espera, e ao mesmo tempo o dedo dele já a tinha penetrado, enlouquecendo-a e em uma troca harmoniosa, gozaram, era o seu primeiro gozo, esquecendo-se que estava no escurinho do cinema.
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