Nadando pra não morrer na praia
Gostaria de começar essa história, baseada em fatos reais e verídicos, contando-lhes ao certo o dia mês e ano.Mas ao decorrer do texto vocês entenderam a perda de memória.
Depois de um longo dia de "trabalho" aqui na Lan House, movida por uma fome repentina fui á praça com destino certo ao Trailler do 14.
Depois que fiz o meu pedido sentei-me numa cadeira a espera anciosa por devorar meu sanduba.
Não sabendo eu, que o destino começara a aprontar comigo naquele instante que aprouximou-se aquele homem alto, de nariz comprido, saudando com sotaque estrangeiro.
Ao responde-lo ele sentiu-se ligeiramente disposto a sentar-se do meu lado.Dali então de maneira não explicavel conversamos por horas enquanto eu saciava minha fome.
Papo vai e papo vem, combinamos de fazer uma semana radical.
Entre tantas aventuras que combinamos ao longo da semana, marcamos p/ o dia seguinte nos encontrarmos na Barraca Arte sobre Arte, assim alugariamos dois caiaques para ir ao Farol no Recife de corais (uma distancia da orla de 1km e meio talvez).
E ao dia seguinte marcamos de ir de bike até a praia do Moreira que fica a 8 km aqui da vila.
Dia seguinte cheguei na hora marcada(aliáis, horas antes) pensei em aproveitar a água morna e abêncoar meu corpo.
Ele chegou e ficou a conversar com o dono do barraca a qual é muito conhecido e também camarada da gente.
A maré estava enchendo, levaria algumas horas para que não desse pra gente caminhar sobre as pedras no farol do recife.
Logo eu o apressei dizendo: -Caramba ou vc vai ou eu estou indo!
Em seguida seguimos direto aos caiques, ambos escolhidos pela cor da sorte de cada um.
E, MAR lá vamos nós...
Esperem, vale lembrar que era a primeira vez em que Gabriel(italiano) estava disfrutando daquele prazer.
E eu por hora, ñ sei dizer infinitas vezes que sair a remar com aquele caiaque de cor verde em rumo ao Farol nos recifes de corais.
E que jamais fui acompanhada.Por motivos que são muitos..
as amigas que tenho não compartilham do meu prazer, namorado se quer eu tinha, e na verdade por preferir estar sempre só fazendo minhas "viagens particular".
Remamos..remamos..remamos
Chegamos as dunas de areia.
Ao descer do caiaque eu como de costume coloquei meu remo dentro do caique.
Gabriel por sua vez jogou-o nas areias ao mesmo tempo que deitou-se como ato de alívio e agradecimento por ter chegado até ali ainda com vida!!
Por causa dele ficamos ali deitados, descansando(somente deitados e conversando-rsrsr), até que eu disse para começarmos a ir andando até o farol.
Motivo pelo qual Gabriel quis estar ali.
Ele sempre via o farol lá das barracas e pensou um dia ir até lá, bem pertinho.
Caminhamos sobre as pedras, muitas pedras.
Demoramos demais a caminhada, pois Gabriel não estava acostumado com tamonho "sacrifío", caminhar sobre pedras.
A todo tempo eu o chamava, VAMOS Gabriel.
Tempos depois chegamos ao desejado Farol!
Gabriel ficou admirado, admirava a todo tempo.
Havia se passado muito tempo e achei melhor voltarmos para as dunas e seguir de volta.
Depois de caminharmos um pouco, percebi que os caiaques não estavam sobre as dunas, logo cauculei; a maré encheu levando os caiaques p/ a água e cada vez mais distante.
Sem se quer pensar, me joguei na água de imediato em direção aos caiaques que estavam longe pra CARAMBA.
Primeiro, eu nado, nado como "serei" dentro d'água mais passava-se o tempo e eu ñ tinha mais fôlego para tanto.Então comecei a nadar Cachorrinho, MERDA..minha perda esquerda logo me abandonou(câimbras).
Mas eu tinha que proceguir, estavo longe do caiaque, sim do meu caiaque, por que o de Gabriel de nada adiantaria pois estava s/ o remo.Em direção ao meu eu nadei..nadei..nadei..afundei..afundei.nadei..nadei.
Sabia que de nada adiantava, os caiaques a essa altura já estavam a beira da praia e eu um pouco mais da metade do caminho. E a maré estava alta,,as ondas batiam contra meu dorso cada vez mais forte me empurrando para o fundo. Foi quando pensei em nadar tudo de volta, ou seja, nadar de volta ao Farol onde nessas alturas Gabriel estava pindurado para não ser morto afogado(porque ele não sabia nadar- e claro vim saber de tudo isso e mais um pouco, muito depois onde já nem interessava mais).
Nadei cachorrinho batendo uma perna só, com dor, medo e tudo mais que o desespero faz em nossa mente.
Nesses momentos, chorei dentro d´água, até mesmo pensei(porque choro??almentando assim o volume de água??!!!!
A morte ela não vem por um acaso e a VIDA então meus caros amigos ela é um bem precioso demais para deixar de ser disfrutada, e foi assim pensando que eu voltei nandando em direção ao Farol onde Gabriel me esperava gritando a todo tempo
Vem Bela!!, vamos,, e eu ao mesmo tempo queria uma bola somente uma bola pra que eu agarrase, ou que uma mão divina me apanhasse dali.Nessas horas me passou pela cabeça tanta coisa, pensei em minha mãe, irmãos, pessoas as quais eu enm conheci mais que eu sabia que morreram no mar e seus corpos foram encontrados depois de muito tempo e até mesmo alguns nem encontrados.
Cheguei,,,CHEGUEI ao Farol, e o problema agora seria eu subir e fazer comapanhia ao Gabriel que parecia um Camarão rosa.
E eu se quer podia imaginar o meu estado.
Se quer sei dizer como subir, vencendo aquelas ondas fortes e as ostras que estavam grudadas na armação do Farol.
Uma coisa eu me lembro bem, Gabriel estendendo suas mãos para me puxar.
Depois de seu super resgate ficamos pindarados ali por algum tempo enquanto esperamos que vissem os caiaques á beira da praia e de imediato previssem toda a história.
Por fim Milagres e tudo mais de bom Existe, é só concentrar bons pensamentos e as coisas acontecem.E aconteceu pra gente.
Robert(dono da barraca e dos caiaques) foi avisado dos caiaques e consegui um rapaz de canoa e vieram p/ nos resgatar.
Embora Gabriel e eu, já aviamos nos conformados de passarmos a noite ali mesmo pendurados. Até que a manhã seguinte nos possilitássemos de ir caminhando sob a pouca água e lama.
Quando Robert chegou remando(um remo de madeira que para ele devia estar muito pesado) foi logo EXCLAMANDO, puxa JAQUELINE que sacanagem, tive que vim aqui salvar vocês,estavo lá tomando minha cerveja CARAMBA- você sempre pegou caiaque comigo e vem pra cá sozinha e nunca aconteceu isso e bla,bla,bla.., -que vacilo foi esse??!!!
Eu olhando intensamente disse. Robert, obrigado por salvar minha vida, quando a gente chegar na beira da praia eu te pago.
Bem, ao final de tudo
depois de muitos sei lá o que??
O Gabriel feliz por d+++
me disse- Então Bela, amanhã vamos de bike ou a cavalo pra praia do Moreira??
-Eu disse sem esforços algum - Caramba Gabriel
s/ lamentações meu amigo, mas com vc se quer vou a esquina.
:)
Depois de um longo dia de "trabalho" aqui na Lan House, movida por uma fome repentina fui á praça com destino certo ao Trailler do 14.
Depois que fiz o meu pedido sentei-me numa cadeira a espera anciosa por devorar meu sanduba.
Não sabendo eu, que o destino começara a aprontar comigo naquele instante que aprouximou-se aquele homem alto, de nariz comprido, saudando com sotaque estrangeiro.
Ao responde-lo ele sentiu-se ligeiramente disposto a sentar-se do meu lado.Dali então de maneira não explicavel conversamos por horas enquanto eu saciava minha fome.
Papo vai e papo vem, combinamos de fazer uma semana radical.
Entre tantas aventuras que combinamos ao longo da semana, marcamos p/ o dia seguinte nos encontrarmos na Barraca Arte sobre Arte, assim alugariamos dois caiaques para ir ao Farol no Recife de corais (uma distancia da orla de 1km e meio talvez).
E ao dia seguinte marcamos de ir de bike até a praia do Moreira que fica a 8 km aqui da vila.
Dia seguinte cheguei na hora marcada(aliáis, horas antes) pensei em aproveitar a água morna e abêncoar meu corpo.
Ele chegou e ficou a conversar com o dono do barraca a qual é muito conhecido e também camarada da gente.
A maré estava enchendo, levaria algumas horas para que não desse pra gente caminhar sobre as pedras no farol do recife.
Logo eu o apressei dizendo: -Caramba ou vc vai ou eu estou indo!
Em seguida seguimos direto aos caiques, ambos escolhidos pela cor da sorte de cada um.
E, MAR lá vamos nós...
Esperem, vale lembrar que era a primeira vez em que Gabriel(italiano) estava disfrutando daquele prazer.
E eu por hora, ñ sei dizer infinitas vezes que sair a remar com aquele caiaque de cor verde em rumo ao Farol nos recifes de corais.
E que jamais fui acompanhada.Por motivos que são muitos..
as amigas que tenho não compartilham do meu prazer, namorado se quer eu tinha, e na verdade por preferir estar sempre só fazendo minhas "viagens particular".
Remamos..remamos..remamos
Chegamos as dunas de areia.
Ao descer do caiaque eu como de costume coloquei meu remo dentro do caique.
Gabriel por sua vez jogou-o nas areias ao mesmo tempo que deitou-se como ato de alívio e agradecimento por ter chegado até ali ainda com vida!!
Por causa dele ficamos ali deitados, descansando(somente deitados e conversando-rsrsr), até que eu disse para começarmos a ir andando até o farol.
Motivo pelo qual Gabriel quis estar ali.
Ele sempre via o farol lá das barracas e pensou um dia ir até lá, bem pertinho.
Caminhamos sobre as pedras, muitas pedras.
Demoramos demais a caminhada, pois Gabriel não estava acostumado com tamonho "sacrifío", caminhar sobre pedras.
A todo tempo eu o chamava, VAMOS Gabriel.
Tempos depois chegamos ao desejado Farol!
Gabriel ficou admirado, admirava a todo tempo.
Havia se passado muito tempo e achei melhor voltarmos para as dunas e seguir de volta.
Depois de caminharmos um pouco, percebi que os caiaques não estavam sobre as dunas, logo cauculei; a maré encheu levando os caiaques p/ a água e cada vez mais distante.
Sem se quer pensar, me joguei na água de imediato em direção aos caiaques que estavam longe pra CARAMBA.
Primeiro, eu nado, nado como "serei" dentro d'água mais passava-se o tempo e eu ñ tinha mais fôlego para tanto.Então comecei a nadar Cachorrinho, MERDA..minha perda esquerda logo me abandonou(câimbras).
Mas eu tinha que proceguir, estavo longe do caiaque, sim do meu caiaque, por que o de Gabriel de nada adiantaria pois estava s/ o remo.Em direção ao meu eu nadei..nadei..nadei..afundei..afundei.nadei..nadei.
Sabia que de nada adiantava, os caiaques a essa altura já estavam a beira da praia e eu um pouco mais da metade do caminho. E a maré estava alta,,as ondas batiam contra meu dorso cada vez mais forte me empurrando para o fundo. Foi quando pensei em nadar tudo de volta, ou seja, nadar de volta ao Farol onde nessas alturas Gabriel estava pindurado para não ser morto afogado(porque ele não sabia nadar- e claro vim saber de tudo isso e mais um pouco, muito depois onde já nem interessava mais).
Nadei cachorrinho batendo uma perna só, com dor, medo e tudo mais que o desespero faz em nossa mente.
Nesses momentos, chorei dentro d´água, até mesmo pensei(porque choro??almentando assim o volume de água??!!!!
A morte ela não vem por um acaso e a VIDA então meus caros amigos ela é um bem precioso demais para deixar de ser disfrutada, e foi assim pensando que eu voltei nandando em direção ao Farol onde Gabriel me esperava gritando a todo tempo
Vem Bela!!, vamos,, e eu ao mesmo tempo queria uma bola somente uma bola pra que eu agarrase, ou que uma mão divina me apanhasse dali.Nessas horas me passou pela cabeça tanta coisa, pensei em minha mãe, irmãos, pessoas as quais eu enm conheci mais que eu sabia que morreram no mar e seus corpos foram encontrados depois de muito tempo e até mesmo alguns nem encontrados.
Cheguei,,,CHEGUEI ao Farol, e o problema agora seria eu subir e fazer comapanhia ao Gabriel que parecia um Camarão rosa.
E eu se quer podia imaginar o meu estado.
Se quer sei dizer como subir, vencendo aquelas ondas fortes e as ostras que estavam grudadas na armação do Farol.
Uma coisa eu me lembro bem, Gabriel estendendo suas mãos para me puxar.
Depois de seu super resgate ficamos pindarados ali por algum tempo enquanto esperamos que vissem os caiaques á beira da praia e de imediato previssem toda a história.
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-Eu disse sem esforços algum - Caramba Gabriel
s/ lamentações meu amigo, mas com vc se quer vou a esquina.
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